04-Cachecol, um acessório essencial para o inverno Badulaquemix.com.br-01
O cachecol é um acessório muito antigo que agora voltou a ser usado nas mais variadas versões e situações. Hoje existem cachecóis multicoloridos, listrados, mais comprido, enfim, uma variedade sem limites.
Às vezes fica difícil saber com que tipo de roupa se pode usar um cachecol. Ele vai bem com blusas de gola alta, que se forem volumosas, deve-se evitar enrolá-lo ao pescoço, para não aumentar ainda mais esse volume. Deixe-o cair levemente nos ombros. No caso de uma blusa com gola roulê, mais justinha no pescoço, ficará muito bom se você der duas voltas no pescoço e deixá-lo mais curto, com um nó frouxo na frente.
Não há nenhum inconveniente em usar cachecol com uma blusa sem gola. Ao contrário, ele dará o detalhe do acabamento, formando uma faixa mais justa no pescoço, imitando uma gargantilha, deixando as pontas mais longas na frente.
A maneira tradicional de se usar o cachecol é dar apenas uma volta no pescoço, deixando uma ponta longa na frente e uma longa nas costas.
Se quiser ser mais provocante, você pode optar por um cachecol mais lardo e usá-lo como um chalé. Pode ainda usar um cachecol em tecido mais leve e jogá-lo no pescoço, deixando duas pontas longas caídas nas costas.
Enfim, use a sua imaginação e faça sucesso!
03-Vista os seus looks favoritos em bonecas no site Stardoll Badulaquemix.com.br

Sempre quando eu encontro algum site legal, acontece a mesma coisa: eu passo um tempão navegando sem nem perceber. No site Stardoll, você escolhe roupinhas para bonecas, assim como aquelas bonecas de papel que existiam a um tempo atrás. O mais legal é que as bonecas são de pessoas famosas. Se quiser testar, é só acessar: https://www.stardoll.com/br/

02-Zoomp ressurge das cinzas e volta ao mercado Badaluquemix.com.br-01

Uma das grifes de moda mais famosas das décadas 80 e 90, a Zoomp volta hoje oficialmente ao mercado brasileiro

Uma das grifes de moda mais famosas das décadas de 1980 e 1990, a Zoomp volta oficialmente ao mercado hoje, com 105 modelos masculinos e femininos que serão vendidos em 180 lojas multimarcas pelo Brasil.

A campanha de relançamento da Zoomp tem o rosto de Anna Cleveland, 24 anos, filha de Pat Cleveland, musa de Salvador Dalí.

A Zoomp volta pelas mãos de Alberto Hiar, 52 anos, do grupo familiar K2, dono, entre outros negócios, da marca Cavalera, empresa de moda que tem 37 lojas próprias e está presente em 800 pontos de venda multimarca. Antes de criar a Cavalera, Hiar começou no mundo da moda ainda adolescente, ao montar sua primeira estamparia de camisetas.

No ano passado, a K2 fechou a compra da marca – sem os ativos imobiliários – por R$ 20 milhões, em um leilão realizado dentro do processo de recuperação judicial da empresa. Do total, pagou R$ 5 milhões de sinal e se comprometeu a quitar o restante 180 dias depois – o que ainda não ocorreu.

O êxito do retorno da Zoomp ainda é incerto, tanto por questões de mercado quanto por problemas particulares da marca. Uma das dificuldades é a economia, já que o Brasil vem de dois anos de recessão e vive um momento de desemprego alto e queda na renda real. Além disso, a dona da Cavalera constatou que os antigos donos teriam continuado a operar a marca de maneira inadequada.

Segundo o advogado do grupo K2, Marcus Vinicius Perello, de 58 anos, foram encontradas calças com o ícone da Zoomp – um raio – sendo vendidas na varejista popular americana Walmart por apenas R$ 50.

Enquanto isso, o preço médio dos jeans da nova coleção será de R$ 400. Por isso, a K2 foi à Justiça para não ter de pagar o restante do valor referente à compra da marca.

Embora tenha sido uma “febre” da geração das pessoas que hoje têm mais de 40 anos, os últimos anos da Zoomp não foram de glamour. Quando a K2 fechou a aquisição da marca, a companhia já estava em recuperação judicial.

Mas os credores da companhia não aceitaram a decisão da Justiça que desvinculou a compra da marca dos demais ativos, como os imóveis.

Por isso, eles entraram com recurso contra a transferência da marca para a K2, que ainda não foi julgado em tribunais superiores. A K2 diz que esse é o segundo motivo para não ter pago o restante do valor da marca. Ela teme que, em caso de decisão desfavorável, não consiga reaver o montante.

A dívida da Zoomp supera R$ 100 milhões, e a ideia era incluir os imóveis na venda para aumentar o valor a ser arrecadado. Além disso, os credores consideram baixo o valor de R$ 20 milhões que a K2 pagou pela marca. Isso porque um laudo de 2010 estabeleceu o valor da Zoomp em R$ 66 milhões.

O pedido da K2 para suspender o pagamento dos R$ 15 milhões restantes foi indeferido judicialmente. Agora, a estratégia da empresa, segundo seu advogado, é “esperar a decisão final para evitar prejuízo”. A Justiça determinou que a quitação fosse feita até 12 de junho, mas Perello entrou com novo recurso. Minimizando perdas: A Alterdata te mostra 4 erros que você não pode cometer ao fazer fluxo de caixa Patrocinado

Segundo Thiago Peixoto Alves, advogado dos antigos donos, a proprietária da Cavalera corre o risco de “perder a marca e ainda pagar uma multa”. Antes de ser arrematada pela K2, a Zoomp pertencia à Identidade Moda, que havia comprado, em 2006, a marca do criador Renato Kherlakian, que tocava o negócio desde 1974.

Caminho

O retorno da Zoomp está dando mais trabalho a Hiar do que ele esperava. As negociações para adquirir a marca começaram em 2015, depois que o empresário fez uma pesquisa e constatou que, entre as grifes do passado, a Zoomp era a mais lembrada e ainda tinha imagem positiva.

“A ideia é resgatar a grife mais importante do jeanswear e também um tempo de glória da moda brasileira.”

Segundo o empresário, a Zoomp foi inspiração da primeira estamparia de camisetas que ele abriu, aos 17 anos. Nessa época, Hiar fazia propaganda de produtos na TV gritando “O Turco ficou louco!” – apesar de ser filho de libaneses, criado em Heliópolis, zona sul de São Paulo.

Fonte: Exame
01-Look do dia - Badaluque Mix - Badaluquemix.com.br

Além dos catálogos, que desdobram os conceitos de uma coleção, as grifes contam ainda com a ajuda providencial dos lookbooks para facilitar a vida das consumidoras e vender uma coleção. Há marcas, inclusive, que optaram por trabalhar só com o catálogo técnico (outro nome do lookbook) nestes tempos de prevensão econômica. A idéia é desdobrar tendências, traduzir idéias e simplificar o dia-a-dia dos fashionistas. Afinal ainda pairam dúvidas sobre que tipo de peça funciona com a calça boyfriend, entre outras. Meninas , aproveitem pra copiar o look da coleção “Secrets”, da Toli, marca de fast fashion nascida no Rio Grande do Norte que está prestes a chegar a São Paulo